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Filho de Sarney não declara conta que tem no exterior

07/03/2010 em Notícias por moah sousa

Conta é operada pessoalmente pelo empresário
e estaria em um paraíso fiscal.

Documentos enviados ao governo brasileiro por autoridades chinesas comprovam que o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), mantém uma conta corrente no exterior não declarada à Receita Federal. A informação foi publicada na edição de hoje do jornal Folha de S.Paulo. A conta, operada pessoalmente pelo empresário, estaria em um paraíso fiscal em nome de uma offshore sediada no Caribe.

No começo de 2008, Fernando Sarney teria usado esse canal para realizar uma transferência no valor de US$ 1 milhão a uma agência do banco HSBC em Qingdao, na China. A autorização da transação teria sido assinada pelo empresário.

Fernando Sarney foi um dos alvos da operação Boi Barrica da Polícia Federal, que o indiciou lavagem de dinheiro, fraude e formação de quadrilha. Em meio às denúncias que resultaram da investigação, o empresário obteve liminar na Justiça impedindo o Estado de publicar informações da à operação. A imposição de censura ao jornal ocorreu em meio à pressão para que José Sarney renunciasse à presidência do Senado. O autor da decisão foi o desembargador Dácio Vieira, que é próximo à família Sarney. O jornal está sob censura desde 31 de julho.

Segundo a Folha, durante a operação Boi Barrica, depois rebatizada de Faktor, a Polícia Federal interceptou e-mails em que havia referência ao envio de R$ 1 milhão para a China. Em 2009, Fernando Sarney negou a existência da conta no exterior.

Com a transferência autorizada por ele, as autoridades chinesas conseguiram rastrear o dinheiro e confirmaram que os recursos foram creditados na conta da empresa Prestige Cycle Parts & Accessories Limited. Os investigadores brasileiros ainda não sabem qual é a finalidade do depósito.

Fonte: estadao online

Relatório dos EUA sobre corrupção cita Arruda e Sarney

02/03/2010 em Notícias por moah sousa

O Departamento de Estado norte-americano divulgou nesta segunda-feira, 1º, um relatório sobre a situação do combate às drogas no mundo, no qual afirma que a corrupção no Brasil é “preocupante” e a investigação casos de corrupção no governo é “lenta”, com “poucas prisões”. A divulgação do relatório ocorre um dia antes do início da visita da secretária de Estado, Hillary Clinton, ao País.

O relatório, que faz uma análise da situação das drogas e da lavagem de dinheiro no mundo em 2009, cita o presidente do Senado, José Sarney (PMDB), e o governador licenciado do Distrito Federal, José Roberto Arruda, como exemplos de casos de corrupção no País.

O documento ainda ressalta, no trecho sobre o problema das drogas, que o Brasil é “o segundo maior consumidor de cocaína do mundo”, atrás apenas dos EUA, e a maior parte da substância consumida no País é proveniente da Bolívia, que teria “aumentado o plantio e a produção” depois que o país expulsou a DEA, agência antidrogas dos EUA, em 2008.

A divulgação do relatório prepara o terreno para a visita de Hillary Clinton ao País, que começa nesta terça-feira. Oficialmente, a agenda da visita da ex-primeira dama norte-americana no País começa na quarta-feira, quando Hillary vai se reunir com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os principais temas da reunião serão o embargo norte-americano a Cuba e a ajuda humanitária ao Haiti. Hillary deve falar também sobre os preparativos da viagem ao Brasil do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prevista para este ano.

Fonte: Bruno Siffredi, do estadao.com.br

Empreiteira pagou propina a aliados de Sarney

22/01/2010 em Notícias por moah sousa

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Relatório da Operação Castelo de Areia obtido pela Folha afirma que a empreiteira Camargo Corrêa acertou propina de pelo menos R$ 2,9 milhões para PT e PMDB em obra no Pará, informa reportagem de Fernando Barros de Mello e Lilian Christofoletti, publicada nesta sexta-feira (22) pela Folha (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL).
Segundo o relatório, a proprina é referente à obra da eclusa de Tucuruí, no Pará, citando como supostos beneficiários integrantes do grupo político do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que controla o Ministério de Minas e Energia.
Os supostos pagamentos constam em arquivos digitalizados apreendidos com Pietro Bianchi, diretor da construtora. Os registros foram feitos à mão em 15 de maio de 2008 e depois escaneados. A Folha obteve documentos inéditos que constam da investigação.
No manuscrito apreendido, há registro de que foram repassados aos partidos 3% de uma parcela recebida pela empreiteira para a construção da eclusa, de R$ 97 milhões. Ao lado, há a indicação de que os recursos destinados ao PMDB foram repassados a “Astro/Sarney”. O pagamento ao PT está ligado ao nome Paulo.
A PF cita aliados do presidente do Senado. Ele afirma que a acusação é um “insulto”. O PT nega, e PMDB e Camargo Corrêa não se pronunciaram.

Fonte: Folha Online

Congresso tem 594 políticos, mas paga 616

02/01/2010 em Notícias por Cidadão Brasileiro

Além de arcar com salários de 513 deputados e 81 senadores, o Congresso Nacional gasta mais R$ 4,3 milhões por ano com os vencimentos de 22 parlamentares licenciados para ocupar cargos em secretarias municipais e estaduais, ministérios e prefeituras, informa a reportagem de Maria Clara Cabral, da Folha de São Paulo, dia 2 de janeiro.

Segundo a reportagem, isso acontece porque o salário mensal de um senador ou deputado é de R$ 16,5 mil –valor mais alto do que a maioria dos salários no Executivo.

Quando voltam ao Congresso, os licenciados também têm direito ao benefício do auxílio do mandato. Na Câmara, o auxílio varia de R$ 23 mil a R$ 34,2 mil por mês, dependendo do Estado do parlamentar. Quem volta à Casa tem direito a benefício proporcional aos dias trabalhados como deputado.

É o que ocorre com Alberto Fraga (DEM-DF): ele foi eleito deputado federal, mas exerce o cargo de secretário de Transportes do Distrito Federal. De acordo com a reportagem, Fraga não respondeu aos telefonemas da Folha.

A íntegra está disponível para assinantes da Folha e do UOL.

Carrapatos políticos na mira da luta digital

31/12/2009 em Notícias por moah sousa

Uma das características do presidente Lula é a capacidade gerar polêmica com declarações inconsequentes – simplórias, em última análise. A mais recente aconteceu em meados de dezembro, quando, discursando acerca da necessidade de obras voltadas para suprir as carências de saneamento básico, ele disse que sua principal preocupação era saber se o povo estava na merda e, a partir daí, tirar o povo da merda.

A clareza verbal do presidente atendeu às expectativas do populacho, mas incomodou os ouvidos sensíveis das elites bem educadas. Estas argumentaram que o representante maior da República deve evitar o uso de vocabulário chulo de fácil compreensão para o populacho, mas desagradável aos costumes vigentes entre os habitantes dos trópicos afeitos aos modos e costumes mais refinados da civilização ocidental.

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A maior parte dos furibundos críticos destacou que elegância e boas maneiras são fundamentais para o exercício da presidência da República. Estranhamente, nenhum deles lembrou o maior defensor e cultor da liturgia posto presidencial, o ex-presidente José Sarney. Foi ele, no exercício do cargo que lhe caiu no colo com a morte de Tancredo Neves, que sacramentou a ideia de que o poder máximo de uma nação corresponde a uma postura imperial onde desprezo e arrogância se travestem de requinte e tolerância democrática. Essencial também, naturalmente, o uso de jaquetões e tintura acaju na cabeleira, contribuições relevantes do pai de Roseana para o aprimoramento político e cultural do país.

Na visão do senador José Sarney, é desta forma que um grotesco coronel do sertão se transforma em presidente; assim se faz de um chefe de jagunços um estadista. Zelando pela boa imagem, nada há a temer, nem mesmo as palavras, reza a cartilha do ex-presidente, chefe do Senado da República.

As aparências, claro podem ser enganosas. Não existe problema, desde que o distinto público jamais tome conhecimento dos “enganos” perpetrados nos bastidores do poder (uma lição que o governador do DF, José Roberto Arruda, não assimilou com a devida seriedade).

Porém, no caso de Sarney foi o destemor, amparado nas certezas da pouca eficácia do tiro curto da indignação da grande mídia e da visão deficiente do Judiciário em relação as malfeitorias das elites políticas e empresariais, que fez com que o velho coronel maranhense, no apagar das luzes do ano, definisse 2009 como “um bom ano”.

Impossível conter a náusea e a revolta diante de tamanha desfaçatez, considerando a podridão moral e ética das suas ações políticas reveladas no decorrer do período. No entanto, uma análise isenta de emoções dá razão à avaliação do senador. Afinal, ele foi desmascarado, achincalhado e repudiado pela opinião pública e mesmo assim sobreviveu  com arranhões mínimos. Desalojado momentaneamente do paraíso complacente onde habitam os canalhas da pátria – empresários desonestos, políticos corruptos, jornalistas venais et caterva – em menos de seis meses José Sarney desceu às profundas do inferno da execração pública e retornou impune e ainda influente nas decisões políticas que afetam toda a sociedade.

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Talvez 2009 tenha sido um bom ano para José Sarney e a linhagem política econômica e social anacrônica e putrefata que ele representa. Já para os brasileiros de bem – aqueles que nunca desistem – 2009 foi um ano de uma luta que ainda não acabou. Para desconforto dos coronéis do sertão, dos capitães de indústria e dos generais das sombras, os clamores de protesto não dependem apenas da imprensa tradicional para se fazer ver e ouvir. A rede mundial de computadores radicalizou o exercício da democracia. A cada dia que passa engrossa o número de cidadãos que podem acessar espaços virtuais como este e expressar sua revolta com a injustiça e nojo e desprezo pelos políticos corruptos de todos os matizes ideológicos.

2010 é ano de eleição. Que Sarney e outros carrapatos semelhantes não se surpreendam quando a revolta até então expressa no espaço virtual da web se traduzir em ações sociais capazes de influir na realidade cotidiana.

Tremei, fariseus e canalhas da política. Não abandonamos nosso posto.

A luta recém começou.

JENS – POA-RS

O tempo passou…

07/12/2009 em Notícias por Cidadão Brasileiro

Do Irã a Brasília

Dez anos depois da primeira experiência com o cyberativismo, várias situações têm confirmado a internet como uma ferramenta e tanto de mobilização política. O sintoma mais forte nesse sentido este ano foi a amplitude alcançada pelos protestos contra o governo do Irã. Imagens da repressão violenta contra manifestantes ganharam o mundo pela internet, principalmente pelo Twitter, já que a imprensa estrangeira estava proibida de atuar. As notícias levaram à realização de outros protestos, pelo mundo. Twitteiros favoráveis à oposição iraniana usaram a cor verde como símbolo. No Brasil, o #forasarney foi uma das marcas do ano na internet. Diversos protestos país afora contra os decretos secretos do Senado foram marcados pelo Twitter. Sarney não renunciou, mas a mobilização foi inédita.

Texto publicado na Gazeta do Povo/Curitiba
Revolução das redes completa dez anos

Advogados gaúchos contra dois senadores e 3.883 servidores do senado federal

15/11/2009 em Notícias por Cidadão Brasileiro

Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras pagas e não trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo cometidas naquela Casa. A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e “todos os 3.883 funcionários do Senado Federal, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José Sarney”.

O ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro deste ano, em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado, sem exceção, receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras não  trabalhadas – segundo a petição inicial… Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, o ex-presidente e o ex-secretário da Mesa do Senado. Foram eles que autorizaram o pagamento das horas extras por serviços não prestados.

A ação popular também busca “a revisão mensal do valor que cada senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$ 15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos; mais R$ 500,00 para telefonia fixa residencial, mais onze assessores > > parlamentares (ASPONES) com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros/DIA de combustível, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete passagens aéreas, ida e volta, para visitar a ‘base eleitoral’; mais restituição integral de despesas médicas para si e todos os seus dependentes, sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para tratamentos odontológicos e psicológicos” .

Esse conjunto de gastos está – segundo os advogados Mariani e Giordani – “impondo ao erário uma despesa anual em todo o Senado, de: – R$ 406.400.000, 00; ou – R$ 5.017.280,00 para cada senador. Tais abusos acarretam uma despesa paga pelo suado dinheiro do contribuinte em média de: – R$ 418.000,00 por mês, como custo de cada senador da República”.

Mariani disse ao ‘Espaço Vital’ que, “como a ação popular também tem motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios legais para se combater a corrupção”. Cópia da peça  está sendo disponibilizada por este site.

AÇÃO POPULAR Nº 2009.71.00.009197- 9 (RS)
Data de autuação: 31/03/2009
Juiz: Vania Hack de Almeida
Órgão Julgador: JUÍZO FED. DA 05A VF DE PORTO ALEGRE
Órgão Atual: 05a VF DE PORTO ALEGRE
Localizador: GAB03B
Situação: MOVIMENTO-AGUARDA DESPACHO
Valor da causa: R$6.200.000, 00
Assuntos:
1. Adicional de horas extras
2. Horas Extras
AUTOR: IRANI MARIANI
Advogado: IRANI MARIANI
AUTOR: MARCO POLLO GIORDANI
Advogado: IRANI MARIANI
RÉUS: 1 – UNIÃO – ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
2 – GARIBALDI ALVES FILHO
3 – EFRAIM DE ARAUJO MORAIS
4 – FUNCIONARIOS DO SENADO FEDERAL

Bandidos sarnosos

15/11/2009 em Notícias por Cidadão Brasileiro

“Honoráveis Bandidos, Um Retrato do Brasil na Era Sarney”, livro do jornalista Palmério Dória (Geração Editorial), está fazendo muito sucesso. É um dos mais vendidos no Brasil atualmente. E é muito bom. Mais do que isso, é excelente. Prova de que nem só porcaria, no estilo vampiros babacas e Paulo Coelho, vende. Ainda existem muitos leitores interessados em textos inteligentes e em críticas frontais e bem documentadas. Dória mostra o que todo mundo sabe: Sarney é um safado, um coronel retrógrado, um aproveitador de marca maior e o eterno mamador nas generosas tetas estatais. Mas mostra tudo isso com bons argumentos e muitos dados. Beleza!

Uma palhinha do livro de Dória: “Fernando, quando o pai se torna presidente, consolida o domínio do clã sobre o setor elétrico do país. Não escapa nada. Além de nomear toda a diretoria da Cemar, Centrais Elétricas do Maranhão, que ele preside, monta um conjunto de empresas de construção. Fabrica até o poste usado nas linhas de transmissão. Domina toda a cadeia”. A família Sarney constitui, segundo Dória, uma rede mafiosa capaz de sugar tudo o que encontra à sua volta. Cobra taxa de proteção, distribui cargos, trafica influência, cria problemas falsos para vender soluções ainda mais falsas, parasita aliados, vampiriza órgãos públicos, bebe o sangue da população em taças de cristal, participa de fraudes eleitorais, pratica lobby como quem joga biriba e, em qualquer situação, escapa da lei e da justiça numa boa.

Outra canja: “O coronel Jarbas Passarinho prestou grandes desserviços à Nação, seja como ministro da Educação da ditadura militar quando reprimiu e perseguiu estudantes e professores, seja como incentivador do Ato Institucional 5, o AI-5, diante de cuja truculência mandou ”às favas os escrúpulos” e apoiou com entusiasmo. No finalzinho da ditadura, serviu aos apaniguados com o ato que beneficiou a filha dileta de seu amigo José Sarney, antecipando o legítimo Trem da Alegria de 1984, do senador do PDS capixaba Moacyr Dalla, que embarcou 780 felizardos na gráfica do Senado e outros 600 nos gabinetes da Casa, entre eles a mesma Roseana, que nem morava em Brasília, mas no Rio de Janeiro”. Espírito republicano!

Em mais de 50 anos de vida pública, José Sarney só praticou o interesse privado. Foi pilar da ditadura, cresceu na nauseabunda Arena, desaguou no PDS e, por fim, encontrou abrigo no chiqueirão do PMDB. Como se sabe, peemedebista não tem nariz. A conclusão de Palmério Dória é desesperadora: “O relatório não deixa dúvidas: qualquer rolha de concreto, qualquer barragem nas hidrelétricas brasileiras pagava pedágio a Fernando Sarney. Quando José Sarney fazia um discurso no Senado, dizendo que Belo Monte, no rio Xingu, na terra dos caiapós, vai ser a redenção da Amazônia, pode ficar certo de que, muito antes que as comportas se fechem, a alegre turma de Fernando já entrou em campo, faturando”. Sarney é o apagão. Quem gosta de histórias de vampiros, leia “Bandidos Honoráveis”, de Palmério Dória, que narra detalhadamente o crepúsculo da vida política brasileira.

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JUREMIR MACHADO DA SILVA > correio@correiodopovo.com.br

Vocês querem desistir?

14/10/2009 em Protestos por Marcelo Santos - Por Um Brasil Melhor!!!

Vocês querem desistir? Não! Então continue protestando. Envie agora mesmo um FORA SARNEY bem grande.

Sua postagem será enviada automaticamente para TODOS OS SENADORES. Vamos encher a caixa desses caras…

www.brazildetolos.blogspot.com

Internautas de Ribeirão Preto querem que Viaduto Presidente Sarney mude de nome

14/10/2009 em Notícias, Protestos, textos por Almanakut Brasil

Desde o dia do falecimento da sra. Jandyra de Camargo Moquenco, filha do jornalista Orestes Lopes de Camargo, fundador do centenário jornal “A Cidade”, de Ribeirão Preto, interior paulista, que o Almanakut Brasil vem pedindo a alteração do nome do Viaduto José Sarney para homenagear esta importante e querida cidadã.

Dona Jandyra faleceu no mês de agosto de 2009, e no dia 7 de setembro foi nesse viaduto, apelidado por populares de “Safadão”, que houveram manifestações Fora Sarney e o início de um abaixo-assinado, que até o momento conta com mais de 500 assinaturas, solicitando a alteração.

Veja no Almanakut Brasil o resultado dessa solicitação.