54 anos de dedicação e sacrifício!
25/04/2012 em Notícias por moah sousa

16/04/2012 em Notícias por moah sousa
Sarney passa mal e vai para o Hospital Sírio e Libanês

O presidente do Senado, José Sarney, permanece internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A previsão é que ele deixe o setor ainda nesta segunda-feira.
No entanto, embora deixe a UTI hoje, Sarney deve permanecer no hospital até o final de semana. O cardiologista Roberto Kalil Filho, que acompanha o atendimento, afirmou que o presidente do Senado teve risco de enfartar.
Sarney foi submetido a um cateterismo e a uma angioplastia no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, neste domingo. Seu estado de saúde é estável, segundo boletim médico.
Sarney chegou ao hospital no final da tarde de ontem, após sentir fortes dores no peito. A médica que trata do senador em Brasília entrou em contato com Kalil, que recomendou a antecipação de exames já previstos para quinta-feira. “Como ele estava sentindo sintomas que nunca havia sentido, recomendei que viesse imediatamente para o hospital.”
Charge do Alpino (Yahoo), via Tribuna da Imprensa Online.
26/03/2012 em Notícias por moah sousa

Dois advogados gaúchos contra dois senadores e 3.883 servidores privilegiados
Ângelo Cataldo/Tribuna da Imprensa Oline
“Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram, na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras pagas e não trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo cometidas naquela Casa.
A ação tramita na 5ª. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e “todos os 3.883 funcionários do Senado Federal, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José Sarney”.
O ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro de 2009, em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado, sem exceção, receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras não trabalhadas – segundo a petição inicial. Os senadores Garibaldi e Efraim eram, respectivamente, o presidente e o secretário da Mesa do Senado. Foram eles que autorizaram o pagamento das horas extras por serviços não prestados.
A ação popular também busca “a revisão mensal do valor que cada senador está custando, incluindo 15 salários, verba de gabinete isenta de impostos; auxílio moradia; cotas para materiais gráficos; telefonia fixa residencial, mais onze assessores parlamentares; mais 25 litros/dia de combustível, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete passagens aéreas mensais, ida e volta, para visitar a ‘base eleitoral’; mais restituição integral de despesas médicas para si e todos os seus dependentes, sem limite de valor; mais cota anual para tratamentos odontológicos e psicológicos.
Como se diz Helio Fernandes, que maravilha viver”
17/03/2012 em Notícias por moah sousa
Quando querem, os senadores são rápido no gatilho. O Senado aprovou projeto de autoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR), que regulamenta o direito de resposta na imprensa para pessoas ou entidades que se sentirem ofendidas por conteúdo publicado. O texto aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em caráter terminativo, seguirá para análise da Câmara Federal.
O projeto do senador Requião tem a sua própria cara. Trata-se de alguém que não gosta de ser contestado. Por exemplo, recebe pensão vitalícia de ex-governador, proibida na Constituição Federal, mas se arvora no direito de contestar a todos. Falso moralista.
Outro dia, agrediu um repórter que estava exercendo o seu trabalho e tomou a sua câmara. Cometeu quebra de decoro, mas infelizmente o caso morreu no Senado por falta de seriedade de seu presidente. Assim, a sociedade, explorada, tem que trabalhar para pagar impostos para manter as prebendas desses “senhores medievais”.
Para aprovar lei estapafúrdia, objetivando tapar a boca da imprensa, os incomodados políticos são hábeis e ligeiros, mas para cortar as mordomias internas do Senado, como plano de saúde gratuito perene para os senadores, ex-senadores e familiares, ou para votar a reforma política e tributária, os agastados políticos são negligentes e incompetentes. E se pergunta: para que serve o Senado Federal?
O projeto é uma retaliação para intimidar o trabalho da imprensa. Ademais, qualquer cidadão ofendido pode se valer da Justiça para exigir ampla reparação de danos civis (Arts. 186 e 927, do Código Civil) sem a necessidade de mais uma lei esdrúxula, mesmo porque, se o jornal entender que não violou o Art. 5º-V, da Constituição Federal, aguardará o pronunciamento do Judiciário.
Para ilustrar a questão, vejam o que escreveu, em 01/02/2004, o editor-chefe do Portal Brasil, Fernando Toscano, em artigo Direito & Defesa do Consumidor: “A consagração constitucional do direito de resposta proporcional ao agravo é instrumento democrático moderno previsto em vários ordenamentos jurídico-constitucionais, e visa proteger a pessoa de imputações ofensivas e prejudiciais a sua dignidade humana e sua honra.
A abrangência desse direito fundamental é ampla, aplicando-se em relação a todas as ofensas, configurem ou não infrações penais. O exercício do direito de resposta, se negado pelo autor das ofensas, deverá ser tutelado pelo Poder Judiciário, garantindo-se o mesmo destaque à notícia que o originou. O ofendido poderá desde logo socorrer-se ao Judiciário para a obtenção de seu direito de resposta constitucionalmente garantido, não necessitando, se não lhe aprouver, tentar entrar em acordo com o ofensor. (…) A responsabilidade pela divulgação do direito de resposta é da direção do órgão de comunicação, e não daquele que proferiu as ofensas.”
Julio Cardoso
(Transcrito de http://JCopiniao.blogspot.com)
28/02/2012 em Notícias por moah sousa

Em um ano em que as atividades políticas serão ínfimas, devido principalmente às eleições municipais de outubro, qualquer promessa de grandes avanços em termos políticos deve ser considerada como mentira.
Ao custo aproximado de R$ 130 mil cada, os parlamentares dificilmente votarão muitas matérias de interesse da sociedade. Como se não bastasse, a legislação limita o período de votação de matérias que envolvam recursos financeiros, como forma de não interferir nas eleições.
Na pauta de votação estão a lei que define a distribuição os royalties do petróleo, o Código Florestal, a Lei Geral da Copa e a que cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp).
Fora isso, os brasileiros não devem esperar qualquer produção extra, pois no calendário há uma série de compromissos que tomarão tempo dos doutos representantes do povo: Semana Santa, Dia do Trabalho, festas juninas, recesso de julho e eleições.
(Transcrito do blog Ucho.info)
28/12/2011 em Notícias por moah sousa

Quando Brasília começou a ser apelidada de Ilha da Fantasia, achava-se que havia um certo exagero na denominação. Mas é verdadeira. Os todo-poderosos da capital, isolados do restante da população, comportam-se como se estivessem numa novela de Voltaire, vivendo no melhor dos mundos.
Por coincidência, é claro, um dia depois de o Congresso barrar o reajuste dos funcionários públicos no Orçamento de 2012, em plena véspera do Natal o Senado abriu um concurso para contratar 246 novos servidores, com salário inicial de até R$ 23,8 mil.
A remuneração desse pequeno grupo deve custar R$ 53,3 milhões por ano aos cofres da União, vejam a que ponto de insensatez os parlamentares chegaram.
O edital com as vagas foi publicado no “Diário Oficial” na sexta-feira. O Senado espera que 80 mil candidatos participem do concurso. Foram abertas nove vagas de consultor (salário inicial de R$ 23,8 mil), 133 de analista (R$ 18,4 mil) e 104 de técnico (R$ 13,8 mil).
O Senado informou que o objetivo do concurso é preencher vagas abertas pela aposentadoria de servidores. E os outros 13 mil? O que fazem?
29/10/2011 em Notícias por moah sousa
Basta passar seis meses como Senador para ter garantido, sem nada mais pagar, um plano de saúde familiar vitalício que consome por ano R$ 17 milhões. Por Eugênia Lopes e Rosa Costa
O pior é que com um plano de saúde desses e a despreocupação com a vida, tornam os senadores, como esse aí, quase imortais, não morrem nunca, se perpetuam no planeta, causando despesas eternas aos cofres públicos
Esse é o melhor plano de Saúde familiar do mundo, um custo benefício sem precedentes: uma cobertura total, desde o começo, sem preocupações com doenças preexistentes, sem limites de idade e nenhum custo, para o resto da vida, que se alonga pelas facilidades com o atendimento médico e custa ainda mais ao contribuinte.
A matéria de Eugênia Lopes e Rosa Costa no Estadão de hoje, põe a descoberto mais um exagerado beneficio que o senhores senadores e senadoras se autopremiaram a pesar nas costas de todos os brasileiros:
Os 310 ex-senadores e seus familiares pensionistas custam pelo menos R$ 9 milhões por ano, cerca de R$ 32 mil por parlamentar aposentado. Detalhe: para se tornar um ex-senador e ter direito a usar pelo resto da vida o sistema de saúde bancado pelos cofres públicos é preciso ocupar o cargo por apenas seis meses. Antes de 1995, a mordomia era ainda maior: bastava ter ficado na suplência por apenas um dia.
No total, os 81 senadores da ativa e os 310 ex-senadores e seus pensionistas usufruem de um sistema privilegiado de saúde que consome cerca de R$ 17 milhões por ano. Os parlamentares da ativa e seus familiares não têm limite de despesas com saúde: em 2008, gastaram cerca de R$ 7 milhões – R$ 80 mil por senador.
No ano passado, os gastos globais do Senado com saúde para parlamentares e servidores foram de R$ 70 milhões. O Senado não divulga, no entanto, o valor dessas despesas apenas com senadores. O diretor-geral, Alexandre Gazineo, alega que precisa de “tempo” para obter esses dados.
O Estado apurou que, em 2008, o Senado gastou cerca de R$ 53 milhões com a saúde de 18 mil servidores efetivos e comissionados, entre ativos e inativos. Ao contrário dos senadores, que não descontam um tostão para ter todas as despesas de saúde pagas, os servidores em atividade e inativos têm descontados, em média, R$ 260 por mês. O custo de cada servidor ao ano é de cerca de R$ 3 mil.
Para este ano, a previsão feita no Orçamento estabeleceu R$ 61 milhões para arcar com a saúde dos senadores e servidores. Na quinta-feira, o Senado anunciou contingenciamento de R$ 25 milhões nas despesas médicas e odontológicas. Ou seja: o orçamento de 2009 deverá ficar em R$ 36 milhões. A área técnica do Senado está convicta de que o corte recairá integralmente sobre a saúde dos servidores. Os senadores continuarão com as despesas ilimitadas.
Técnicos começaram a fazer estudo para compensar o corte no orçamento deste ano no plano de saúde dos servidores. Uma das hipóteses é aumentar a contribuição dos funcionários. Atualmente, existem 262 servidores e funcionários comissionados em tratamento de câncer à custa do Senado. Diante do anúncio de contingenciamento, 18 famílias procuraram a direção do Senado nas últimas 24 horas para saber se serão atingidas com o corte de gastos.
O pagamento das despesas médicas de senadores, ex-senadores e dependentes é regulamentado pelo Ato nº 9, de 8 de junho de 1995. A norma prevê que o Senado arca com todas as despesas dos senadores, sem limites. Estabelece até o pagamento de cirurgias e tratamento médico no exterior. Tudo tem de ser autorizado pela Mesa Diretora, que raramente nega o pedido de gastos médicos.
O limite de R$ 32 mil de gastos anuais para ex-senadores, aliás, é frequentemente ignorado. É o caso, por exemplo, do ex-senador Reginaldo Duarte (PSDB-CE) – ele recebeu R$ 45.029,02 de ressarcimento em gastos médicos, em fevereiro deste ano.
Só o senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL), (fotos) já colocou no plano de saúde vitalício familiar do senado, seus dois primos: o primeiro suplente, senador Euclydes Affonso de Mello Neto (PTB-AL) e a segunda suplente Ada Mercedes de Mello Marques Luz (PTB-AL), que assumem alternativamente nas ausências do primo ilustre. Euclydes já está garantido, Ada precisa de mais alguns meses de suplência, mas vai chegar lá, podem ter certeza.
Além dos senadores e ex-senadores, a regalia de atendimento médico vitalício também é estendida aos servidores que ocuparem o cargo de diretor-geral e secretário-geral da Mesa. Essa mordomia, criada em 2000, beneficia hoje Agaciel Maia, que deixou o cargo em março por não ter registrado em seu nome a casa onde mora, avaliada em R$ 5 milhões. Outro favorecido é Raimundo Carreiro, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
Esse mesmo senado aprovou, por emenda constitucional, os funcionários públicos já em gozo de aposentadoria a passarem a contribuir com 11% de taxa previdenciária. Quem mandou não ser senador?
02/10/2011 em Notícias por moah sousa
O nome do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), voltou a ser relacionado à corrupção e ser alvo de vaias no Rock in Rio. Ativista político, o vocalista do Detonautas, Tico Santa Cruz, lembrou a fala do deputado estadual Magno Bacelar (PV-MA), que classificou as vaias a Sarney no segundo dia do festival a “coisa de maconhados (sic)”.
“Prefiro muito mais conviver com um maconheiro honesto que com bandido de terno”, disse Tico Santa Cruz, seguido do grito da plateia: “ei, Sarney, vai tomar no c…”.
O vocalista começou a discursar contra a corrupção logo no início do show, usando uma máscara da série de histórias em quadrinhos V de Vingança, de Alan Moore.
“O Brasil tem corrupção como no mundo inteiro. Mas apenas no Brasil existe impunidade. Fiquem de olho nos Tribunais Superiores, nos juízes e desembargadores”, afirmou.
Na abertura da apresentação do Detonautas, parecia que o povo ouviria algo como a banda de metal britânica Judas Priest. Um forte barulho de encanamento de moto ecoou das caixas de som da Cidade do Rock. Logo vieram as guitarras da banda, com refrões melódicos e letras de autoajuda.
O show abriu com Mercador das Almas e Combate. “A rapaziada do rock de preto está presente”, perguntou Tico Santa Cruz duas vezes ao público que ainda veria Pitty, Evanescence, System of a Down e Guns N’Roses. A banda reduziu o ritmo do show com a balada Olhos Certos, cantada por parte da plateia.
Vaias a Sarney
O protesto contra Sarney no segundo dia do Rock in Rio foi comandado pelo vocalista do Capital Inicial, Dinho Ouro Preto. O artista lembrou a censura ao jornal O Estado de S. Paulo, que foi proibido por uma decisão judicial de publicar informações sobre uma operação da Polícia Federal envolvendo o filho do presidente do Senado. O empresário Fernando Sarney chegou a abrir mão do processo, mas a publicação continua brigando na Justiça pela revogação da decisão.
Dinho Ouro Preto falou de Sarney antes de cantar a música Que País É Esse, composição de Renato Russo que fala sobre a corrupção e o desrespeito à Constituição Federal.
Fonte: JB Online
Confira o video: http://www.youtube.com/watch?v=cpDL7tT_p_A
28/09/2011 em Notícias por moah sousa

O deputado estadual Magno Bacelar (PV-MA), vice-líder do governo da Roseana Sarney (PMDB) na Assembleia Legislativa do Maranhão, afirmou, em discurso, que “muitos dos metaleiros” que foram ao Rock in Rio e xingaram o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), durante o show da banda Capital Inicial, são “drogados e maconhados (sic)”. Segundo ele, o público representa uma “pequena minoria da população”.
Bacelar é o mesmo parlamentar que havia dito que Sarney “não é uma pessoa qualquer” no episódio revelado pela Folha em que o senador foi flagrado utilizando um helicóptero da polícia do Maranhão em viagens particulares em fins de semana. Naquela ocasião ele questionou: “Queria que o presidente [Sarney] fosse andar de jumento? Enfrentar um engarrafamento [?]“.
No novo discurso em plenário, ele afirmou que vai propor uma moção de repúdio contra a banda por ter dedicado a música “Que País é Esse”. Enquanto a canção era executada, era possível ouvir o público gritando: “Ei, Sarney, vai tomar no c…”.
Segundo ele, os xingamentos aconteceram em ambiente “onde tem criança, tem jovem, tem tudo”.
“Muitos dos metaleiros vão ali drogados, maconhados (sic), e, de certa forma, uma pequena minoria da população, 100 mil habitantes, para se utilizar da boa vontade das pessoas ali presentes”, disse.
Após a manifestação em plenário, o deputado afirmou à agência de notícias oficial da Assembleia Legislativa do Maranhão que a moção de repúdio também será destinada diretamente ao cantor da banda, Dinho Ouro Preto.
“Este cidadão, alterado sabe-se lá por quais motivos, disparou vários palavrões não apenas contra o presidente Sarney, mas também contra o público. Foi uma total falta de respeito, de educação. Diante deste fato, irei, sim, apresentar uma moção de repúdio contra este cantor”, afirmou Bacelar.
Fonte: FELIPE SELIGMAN_Folha de São paulo
Fora Sarney é orgulhosamente desenvolvido com o WordPress MU e o BuddyPress


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